quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Carta de amor do Pai do dia 30 de novembro

Queridos Irmãos, Queridas Irmãs,

“Essa pessoa não me agrada; o instinto impele-me a separar-me dela. Aquele outro mantém a meu respeito não sei que reserva ou semblante fechado; minha reação espontânea é lhe responder com a mesma atitude. Sei que o outro falou mal de mim, e desde aquele momento não pude evitar de olhá-lo como inimigo. Será necessário impor as convicções de fé sobre as reações espontâneas: o Pai desse “sujeito” é meu Pai, por isso devo acolhê-lo e aceitá-lo como filho de “meu Pai”.”

(“O Sentido da Vida”, de Frei Ignacio Larrañaga – pág.386)

Com carinho,

CNB 11

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